Resenha Crítica | A Esposa (2017)

The Wife, de Björn Runge

A americana Glenn Close, que completará 72 anos de vida no dia 19 de março, é hoje a atriz que detém o recorde de indicações ao Oscar, somadas nas categorias de protagonista e coadjuvante, sem nenhuma vitória. A sétima é marcada pela sua interpretação em “A Esposa˜. É a favorita nesta edição do Oscar, cuja cerimônia acontece no dia 24 de fevereiro. Antes tarde do que nunca, pois Glenn sem uma estatueta dourada é um crime que há muito já deveria ser reparado.

O melhor de tudo é que essa consagração não é acompanhada por uma interpretação pertencente a um filme no máximo razoável, causando o sentimento de mero prêmio de consolação. Mesmo levando 14 anos para ser viabilizado, “A Esposa” segue atual em sua abordagem sobre mulheres em circunstâncias que as forçaram a desempenhar o papel de sombra de seus maridos e que encontram um limite tolerável para finalmente dar um basta na situação. Glenn reproduz o enclausuramento de sua personagem com gestos sutis que comunicam tudo, em parte por mérito da direção do sueco Björn Runge, então um nome pouco conhecido pelos cinéfilos que logo trabalhará em seu segundo longa-metragem falado em inglês.

Assista o meu comentário na íntegra sobre “A Esposa” no vídeo a seguir:

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